Fragmentos de uma (ir)realidade.

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“(…) E eis-me aqui. Dura, silenciosa e heróica.”

Tenho vivido dias à toa, buscando razões e explicações, respostas que justifiquem essa busca desnecessária. Porque não há nada a se encontrar, somente o caminho cheio de pedras e espinhos. Não há mais nada a fazer. Já li livros que distraíram meus pensamentos, assisti filmes que causaram medo. Já chorei no escuro, na luz. Chorei no banho, na rua, sob a Lua e todas as estrelas. Chorei diante do pôr-do-sol. E ri em ambas ocasiões. Escutei músicas que destroçaram minhas lembranças em dor e ódio, mas não consegui deixar de lembrar.
Eu fiz tudo o que pude e o que não pude pra me animar, voltar a sentir as cores, perfumes, voltar a ver as flores e ter novos amores. E talvez eu até tenha conseguido, por alguns minutos, e logo a luz se apagou. Mas dos amores que eu tive e pelas pessoas que fiz sofrer, me excluo de você. Dos seus planos, dos seus sonhos. Porque eu não suportaria a culpa das suas lágrimas. Porque eu não viveria em paz se houvesse dor no seu olhar.
Tenho esquecido das horas, dos dias. Vivo o ato de ignorar. Ignorar o meu coração que bate desordenado quando te vê chegar, ignorar a minha voz que se cala quando deveria falar. E por tudo isso eu digo: Me perdoe. Por lhe querer e lhe amar em silêncio; Por lhe imaginar comigo; Por me torturar por dentro; Por bani-lo do sentimento. Dou-lhe as minhas mais sinceras palavras, palavras de alguém que vibra ao lhe encontrar, mas que perde o rumo em sua ausência. Que desaba, que cai. Perdoe-me. É só o que eu lhe peço.

@viajantejeans

Daniela Filipini – http://danielafilipini.blogspot.com/

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A arte de saber a hora de se apegar e a hora de deixar

"Paraibana, modelo, detesta o meio termo. Pra mim só existe o sim, ou o não; O preto ou o branco. Odeio quem fica em cima do muro, ou ter que ficar em cima dele."

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