Mais do que eu podia imaginar – Parte 6

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Parte 12,3,4,5

Eu não entendi porquê não rolou beijo naquela hora, talvez ele realmente fosse diferente de todos os meninos. Nós tinha-mos terminado de comer, e também de pagar. Quando eu tava me levantando da cadeira ,esbarrei em um garoto que tava com uma bandeija de coca cola e um mc Sunday.

– WHAT’S YOUR PROBLEM? BITCH! (qual o seu problema? Vagabunda) – o menino falou muito bruto e morrendo de raiva de mim, eu tinha melado toda sua roupa ,mas não foi por mal, eu não tinha visto –

– i’m sorry, please. Oh my god. Sorry, sorry ,sorry.

O danny ficou muito bravo, e empurrou o garoto dizendo: quem você pensa que é? Seu Mané, fale direito com a minha garota ,tá entendendo? Agora,some daqui. Ela já te pediu desculpas e você sabe que não foi por mal, porque ela não viu você passando. Seu escroto.

*eu fiquei sem reação, porque ele tava me defendendo e tinha me chamado de … MINHA GAROTA? Fiquei assustada ,tudo bem que eu estava afim dele, mas ele deveria ir com calma.*

O menino saiu furioso, e ele pegou na minha mão como um namorado faria e saímos dali. Começamos a caminhar.

– Espera,calma,para aqui. – falei.

– Porque? Vamos pra outro lugar, pensei em ir visitar-mos a cinderela ou ir comprar algo.

– Não precisava você ter feito isso, sério. Tem muito grosso e isso é normal.

– Quê? Não me fala isso, porque não acho normal um garoto insultar uma garota assim. Sério Fernanda, assim não dá.

– Obrigado, sério.

Estávamos conversando um a frente do outro… como sempre,rolando aquele climinha.

– Não precisa pedir obrigado, qualquer um faria isso – Ele falou alisando meu cabelo,descendo mais um pouco ,alisando meu rosto, ele se aproximava e por uma fração de segundos achei que o mundo estava girando lentamente, eu sentia ele se aproximar, nossa respiração estava ofegante e finalmente ele me beijou. O beijo era lento, assim como o meu beijo predileto. Ele colocava sua língua dentro da minha boca, e me abraçava me apertando um pouco , me beijava sem abrir muito a boca, lentamente, de um jeito que desse pra pensar em tudo, de um jeito em que desse pra sentir a batida do coração dele. Foi ficando mais lento… lento… até que paramos.

Olhamos um pro outro e sorrimos. Ele me abraçou ,beijando minha cabeça.

– A gente pode ir agora?

– Sim… haha – falei rindo e tímida.

O celular dele começou a tocar, era o philipe e ele atendeu.

– Pô cara onde você tá?

– Estamos aqui perto do mc Donald ,aqui do foto cabine.

– Poderia ter avisado que ia praí né? A Fernanda tá com você?

– Tá aqui sim – ele respondeu olhando pra mim

– Falô, tamo indo praí. Não sai daí não.

– Beleza.

@viajantejeans

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A arte de saber a hora de se apegar e a hora de deixar

"Paraibana, modelo, detesta o meio termo. Pra mim só existe o sim, ou o não; O preto ou o branco. Odeio quem fica em cima do muro, ou ter que ficar em cima dele."

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