Posts Tagged 'amor'

Now I’m alone… And you too.

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“A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina.”
(Charles Chaplin)
Você diz que não, mas só eu te buscava na sua casa e te levava de volta depois, não importava a hora, só pelo seu pânico bobo de estar sozinha e desprotegida. Sabe, eu jamais deixaria qualquer coisa ruim te acontecer, nada te machucaria enquanto eu estivesse por perto. E você faria (e fazia) o mesmo por mim. Era eu quem te cuidava nos seus dias amargos de solidão, te vi dormir e acordar inúmeras vezes, ora com lágrimas nos olhos, ora com um sorriso lindo nos lábios. Lágrimas que também me machucaram e sorrisos que ainda me afetam. Eu te pegava nos braços e tinha tanta certeza de que seria para sempre que me dói lembrar tudo o que aconteceu, tudo o que se perdeu.

@viajantejeans

” O que acreditava se perdeu […]  amanhã o dia nasce outra vez e com ele eu também”

Just tonigth

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“Eu não quero ficar sozinha essa noite.”

Eu não quero o vazio de ter apenas a minha companhia, me sinto assim, tão pequena, frágil e indefesa. Não quero ficar sozinha essa noite, por mais que me doa precisar de outros corpos que não tenho, por mais que me doa o amor que eu quero e não sinto. Por mais que me doa ter de implorar por ajuda, eu não quero ficar sozinha essa noite, e não quero nenhuma vez mais, quero um corpo quente e amável que me abrace no escuro e que não deixe que eu sinta medo, esse medo que sempre senti, que me espreita todo o dia e na noite me envolve com seus braços frios. Quero apenas algo doce, para enfeitar a vida com cores e sabores que não irão me questionar ou criticar, que não me culparão por errar e errar e errar. Porque erro. Com toda a essência do meu ser: erro. E acho graça na possibilidade de acertar, talvez conseguir o que eu quero seja muito mais simples do que eu imaginei, mas ignoro o que torna tudo mais fácil. Eu gosto do complicado, do que machuca, do que aflige.
Então não me venha com soluções simples – o sofrimento faz de toda história algo mais emocionante de se viver, e chorar por noites inteiras não é algo que eu vá fazer, a minha dor eu vivo em silêncio, e poucas pessoas saberão ouvi-la, conheço duas ou três e elas estão tão distantes e perto de mim. Mas não me encontrarão se eu não permitir, não me salvarão se eu não consentir, estarão assim, ao meu alcance quando eu puder sentir de novo aquilo que eu chamo de falta.
@viajantejeans

Fragmentos de dias mal vividos.

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“Tenho estado ausente de mim e também de você. Espero que não me culpe, mas as muitas vezes em que fugi de você, foi pra dentro de mim que eu corri, e pra mim não é fácil admitir a covardia, ainda mais por julgar-me tão corajosa, mas não sou, de forma alguma sou. Sou a pessoa mais incerta que conheço, preencho-me de anonimatos e reflexões, não sou ao certo um ser completo e estou mais desesperada do que aparento estar.”
Escrito em 31 de março de 2011.
“Para onde foram as palavras que em alimentam? Fugiram na noite de verão e hoje tremem de frio em algum lugar. O outono chegou, e com ele veio a névoa das manhãs. Me pergunto às vezes se esse frio de fora corresponde ao frio de dentro e não sei, tenho medo da verdade. Talvez eu precise apenas de novas distrações – algo que atraia os olhos e o coração.”

@viajantejeans

Contos de uma adolescente …

Pensando em você …

Você entra no msn …

Daí você fala comigo …

@viajantejeans

Pra não falar que não falei de amor.

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Amor? Mas, afinal, por que deveria? O que você foi pra mim? Não senti seu toque nem seu perfume. O que ocorreu foi que vi seu sorriso por dois imperceptíveis segundos e isso quase me matou. O que ocorreu foi que ouvi sua voz muito menos do que o planejado. Sendo assim, por que deveria?
Por que deveria dar-lhe exclusividade sendo que há mais de um ano não sou prioridade alguma pra você? Será porque mesmo nunca tendo-o nunca deixei de lhe querer? Será porque apesar do seu silêncio ensurdecedor nunca deixei de lhe esperar? Talvez seja.
Talvez seja pela profundeza do seu olhar que não me fitou, pela energia da sua boca que não me calou. Talvez seja pelo seu abraço que nunca chegou. E talvez seja, acima de tudo, pela impossibilidade absoluta de um dia poder chamá-lo meu. O mais estranho é que me conformo, aceito essa dor amarga com uma doçura irracional, com uma leveza desproporcional. E aceito seus defeitos e sua ternura de palavras amanhecidas. Aceito sem cobranças ou exigências, apenas aceito.
Venha quando quiser, quando puder. Eu vou vivendo, mas estou sempre pronta pra você.
Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana.Mas o que tinha, era seu. [Caio Fernando Abreu]

@viajantejeans

Por: Daniela Filipini http://danielafilipini.blogspot.com/

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Um metro e setenta e sete de altura, um corpo esguio e longos cabelos castanhos ao vento. O que houve comigo? Não que eu tenha sido muito diferente do que sou agora, mas evoluí tão significativamente que me assusto ao olhar o espelho. Sou agora tão tudo o que eu sempre quis que me questiono: Por quê? Talvez o que eu quis não fosse o melhor pra mim, e só agora percebo.
Dezessete verões completos, até um pouco mais. E o que eu aprendi com tudo isso? Talvez mais do que algumas pessoas que viveram tanto quanto eu, talvez muito menos. Não depende de mim, apenas vivi da melhor forma que pude – errando descontroladamente, rindo muito e chorando, aos prantos, trancando-me no meu universo particular, no meu mundo preto e branco, fugindo de tudo o que pudesse me ferir levemente, aceitando apenas extremos, correndo em direção dos grandes desastres do coração. Eu vivi da melhor forma que alguém pode querer – e eu quis sempre mais.
Mas quer saber o que realmente me assusta? O que me tortura mais profundamente? Eu cresci. Vejam só, algo tão almejado, natural, inevitável. E mesmo tendo crescido ainda sou jovem demais para qualquer conclusão, sou apenas indefesa e estou desesperada. Pra onde devo correr?
Machucar saber que meus antigos abrigos já não vão me acalentar. Machuca perceber que tudo é – na verdade – muito mais difícil do que eu imaginava. As provas da vida, a ausência de amor próprio, a sensação de abandono, obstáculos inimagináveis e ainda tão pequenos. Como irei suportar a vida durante toda a existência? Como irei suportar acordar manhã após manhã? Nem que eu troque a noite pelo dia, não mudaria, serei sempre prisioneira de mim mesma e é tão estranho sentir-me assim: preso no corpo.
Eu preciso de algo que peça tudo de mim e me impeça de desistir. Vivo procurando alívio em braços desconhecidos, abraços quase compreendidos, não fosse o meu velho medo de amar, o meu vício de descartar, e vou vivendo.
Um dia perco-me, n’outro me encontro. Eu tenho só dezessete anos e olhos que sorriem todos os dias. Distribuo sorrisos, palavras, e não sigo meus próprios conselhos. Me sinto um pouco Amélie Poulain, e me pergunto sobre os ossos de vidro que finjo ter. Como se não pudesse suportar os baques da vida. Não vou quebrar, despedaçar, sou mais forte, porém, não o suficiente para permitir a mim mesma que eu viva.
“Meu ser se parte em dois. Um que foge, outro que aceita.”

@viajantejeans

http://danielafilipini.blogspot.com/

Onde está você agora?

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Lady.

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Quando foi que o amor se acabou e o príncipe virou sapo e a princesa desencantou? provavelmente depois de tantos beijos não dados, de tantos momentos deixados pro lado, de tanto monólogo de ambas as partes. em geral o amor assiste à própria morte e resta silencioso. ou ele grita por socorro e as pessoas se fazem de surdas. o mais difícil no fim de um relacionamento é admitir que tudo acabou.há pessoas que insistem simplesmente porque não querem admitir o fim. e caminham vagarosamente na vida, vivendo o dia-a-dia como se não houvesse o depois. mas a vida não acaba quando morre um amor. ela simplesmente passa por uma transição que, como todas, são freqüentemente doloridas. tememos as mudanças porque tememos o desconhecido. mas o que é o desconhecido? mesmo o dia de amanhã, não podemos tocá-lo até que ele chegue a nós, não podemos sabê-lo até que chegue o momento em que, mergulhados, precisamos vivê-lo. aceitar a morte, qualquer que seja, é reconhecer nossa vulnerabilidade diante da vida. e somos seres orgulhosos por demais para querer reconhecer nossa fragilidade ante o que não podemos controlar. e a vida não se controla. ela se abate sobre nossas cabeças e tudo o que podemos fazer é vivê-la o mais intensamente possível com todos os riscos e perigos que ela nos impõe, com todas as surpresas, que ela nos reserva. precisamos é tirar o melhor partido do que está em nossas mãos e reconhecer que pra todo fim há sempre um recomeço. uma perda é quase sempre um ganho, é muitas vezes a válvula propulsora para uma nova vida, uma nova história, um novo amanhã.

Porque, é durante a noite que todos os sentimentos vem mais forte. Tudo aquilo que nós conseguimos controlar durante o dia toma conta do nosso coração, fazendo que nosso travesseiro seja tomado por lágrimas.

@viajantejeans


Eu e você, mais ninguém.

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E a noite foi mágica, eu e você, mais ninguém. O mundo parou pra ver a gente sorrir meu amor.Minhas mãos não conseguiam desgrudar do teu corpo um minuto sequer e os meus olhos te perseguiam aonde quer que você fosse. Todas as vezes que você levantava do sofá pra me mimar, pegar algo pra matar a minha sede ou a fome, eu te acompanhava com os olhos brilhando. Poder dizer, finalmente, que nos pertencemos, eu e você, mais ninguém. Coisas assim não têm preço, não se pode comprar em lugar algum, vêm de graça quando o amor acontece.
Ouvir o pedido saindo baixinho da sua boca num suspiro rápido como se o medo de rejeição existisse, como se, se você não falasse naquele momento, talvez as palavras nunca saíssem direito… Foi mágico. Loucura sua achar que eu diria não, loucura pensar que eu não quero ter você só pra mim num pedido oficial pra todo mundo ver. Loucura meu amor.Deitar o meu corpo sobre o seu, sentir a respiração se alterar e selar o amor com um beijo demorado que vai caminhando da boca pro corpo todo, a noite arrepia, os corpos se enlaçam, as bocas se procuram numa necessidade quase vital, num desejo que não termina nunca. O mundo ouviu nossas juras de amor naquela noite, ouviu o desejo saindo pelos póros e se transformando em sons distintos, unhas, dentes e pele. Eu e você, mais ninguém. De agora em diante, eu não solto mais da sua mão, te seguro pra não te ver cair, te seguro pra não te perder, seguro pela mão, pelo corpo, pelo coração… te prendo em mim de todas as formas possíveis. Cola em mim meu bem, fica aqui aonde está sempre amanhecendo, aonde toda noite tem céu estrelado e a brisa da manhã bagunça nossos cabelos quando a gente acorda. Vem ser feliz.

@viajantejeans


Verdade Feminina

A arte de saber a hora de se apegar e a hora de deixar

"Paraibana, modelo, detesta o meio termo. Pra mim só existe o sim, ou o não; O preto ou o branco. Odeio quem fica em cima do muro, ou ter que ficar em cima dele."

welcome

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" se tudo que quiséssemos acontecesse de uma hora para outra. Teriamos respostas para todas nossas perguntas e dúvidas, saberiamos o verdadeiro significado do amor e porque o céu é azul! "

Sabe quando você sente que precisa escrever mas não escreve porque tem medo de sentir?

Procurando

Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.

@viajantejeans

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