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Pra não falar que não falei de amor.

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Amor? Mas, afinal, por que deveria? O que você foi pra mim? Não senti seu toque nem seu perfume. O que ocorreu foi que vi seu sorriso por dois imperceptíveis segundos e isso quase me matou. O que ocorreu foi que ouvi sua voz muito menos do que o planejado. Sendo assim, por que deveria?
Por que deveria dar-lhe exclusividade sendo que há mais de um ano não sou prioridade alguma pra você? Será porque mesmo nunca tendo-o nunca deixei de lhe querer? Será porque apesar do seu silêncio ensurdecedor nunca deixei de lhe esperar? Talvez seja.
Talvez seja pela profundeza do seu olhar que não me fitou, pela energia da sua boca que não me calou. Talvez seja pelo seu abraço que nunca chegou. E talvez seja, acima de tudo, pela impossibilidade absoluta de um dia poder chamá-lo meu. O mais estranho é que me conformo, aceito essa dor amarga com uma doçura irracional, com uma leveza desproporcional. E aceito seus defeitos e sua ternura de palavras amanhecidas. Aceito sem cobranças ou exigências, apenas aceito.
Venha quando quiser, quando puder. Eu vou vivendo, mas estou sempre pronta pra você.
Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana.Mas o que tinha, era seu. [Caio Fernando Abreu]

@viajantejeans

Por: Daniela Filipini http://danielafilipini.blogspot.com/

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Um metro e setenta e sete de altura, um corpo esguio e longos cabelos castanhos ao vento. O que houve comigo? Não que eu tenha sido muito diferente do que sou agora, mas evoluí tão significativamente que me assusto ao olhar o espelho. Sou agora tão tudo o que eu sempre quis que me questiono: Por quê? Talvez o que eu quis não fosse o melhor pra mim, e só agora percebo.
Dezessete verões completos, até um pouco mais. E o que eu aprendi com tudo isso? Talvez mais do que algumas pessoas que viveram tanto quanto eu, talvez muito menos. Não depende de mim, apenas vivi da melhor forma que pude – errando descontroladamente, rindo muito e chorando, aos prantos, trancando-me no meu universo particular, no meu mundo preto e branco, fugindo de tudo o que pudesse me ferir levemente, aceitando apenas extremos, correndo em direção dos grandes desastres do coração. Eu vivi da melhor forma que alguém pode querer – e eu quis sempre mais.
Mas quer saber o que realmente me assusta? O que me tortura mais profundamente? Eu cresci. Vejam só, algo tão almejado, natural, inevitável. E mesmo tendo crescido ainda sou jovem demais para qualquer conclusão, sou apenas indefesa e estou desesperada. Pra onde devo correr?
Machucar saber que meus antigos abrigos já não vão me acalentar. Machuca perceber que tudo é – na verdade – muito mais difícil do que eu imaginava. As provas da vida, a ausência de amor próprio, a sensação de abandono, obstáculos inimagináveis e ainda tão pequenos. Como irei suportar a vida durante toda a existência? Como irei suportar acordar manhã após manhã? Nem que eu troque a noite pelo dia, não mudaria, serei sempre prisioneira de mim mesma e é tão estranho sentir-me assim: preso no corpo.
Eu preciso de algo que peça tudo de mim e me impeça de desistir. Vivo procurando alívio em braços desconhecidos, abraços quase compreendidos, não fosse o meu velho medo de amar, o meu vício de descartar, e vou vivendo.
Um dia perco-me, n’outro me encontro. Eu tenho só dezessete anos e olhos que sorriem todos os dias. Distribuo sorrisos, palavras, e não sigo meus próprios conselhos. Me sinto um pouco Amélie Poulain, e me pergunto sobre os ossos de vidro que finjo ter. Como se não pudesse suportar os baques da vida. Não vou quebrar, despedaçar, sou mais forte, porém, não o suficiente para permitir a mim mesma que eu viva.
“Meu ser se parte em dois. Um que foge, outro que aceita.”

@viajantejeans

http://danielafilipini.blogspot.com/

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As palavras são rostos que doem dentro de mim, lábios que não beijei, vozes que calei quando as deveria ter ouvido, tal como os sentimentos são cortinas manchadas de dor que nunca mais voltei a abrir e murmúrios inconstantes à beira de mil abismos que fito do alto deste pedestal de amor. existem controvérsias no meu passado lamacento, tantos extremos de ódios e amores, carinhos despidos de tabus vinganças frias e desumanas como a flagelação que se olha em cicatrizes que nunca desaparecerão da pele hoje chorei por dentro, com a face imóvel perante a incapacidade de verter o sal que se apodera da minha alma. perdi imensos sorrisos e ganhei vazios abismais de névoa e remorsos, emoções antigas que quando me assolam a mente parecem sonhos distantes que apenas vivi na minha imaginação rebelde de quem procurava ser mais do que o centro das atenções hoje tudo voltou a fazer sentido dentro das paredes do meu quarto, na sensação libertina de ver a noite murmurar silêncios dentro do sono intencional de quem dorme podia acabar com tudo, fechar os olhos e ignorar a voz do meu audaz veneno, ser a presença inata de fluidos que caminham por entre as margens frias onde nasceram. podia guardar-me nas horas, ou simplesmente perder-me no álbum de fotografias mental que trago de cada vivência sofrida e sorridente. No entanto, é esta existência sublime e vernácula que me compreende as correntes de fúria e horror não posso querer fechar as palavras soluçadas deste choro comovente que calo dentro de mim, ou aprisionar a fraqueza e os suspiros de amor de quem parte para lá da luz desse sol poente e do cheiro a maresia porque há sempre sentidos escondidos entre a névoa chorosa dos olhos que derramam lamentos à lua e à dor venerações sublimes aos elementos naturais que formam a nossa imensa fragilidade perante a perfeição de tudo aquilo que somos
e é aí que tu existes nessas horas que amanhecem depois das madrugadas de silêncio dentro de mim, num lugar onde tu dormes fielmente aconchegado ao meu verdadeiro abandono.

@viajantejeans

Untitled.

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As vezes é preciso perder, para dar valor. É preciso chorar, para aprender a amar. É preciso confiar, para se entregar e ainda assim a grande verdade é que, é preciso ouvir para nunca gritar… Todos irão sofrer um dia, para saber, o verdadeiro sentido da felicidade! Muitas vezes deixamos de lutar pelo que realmente queremos pelo simples fato de não estarmos preparados para ouvir não, errar é humano, perdoar é preciso, e correr atrás daquilo que realmente queremos é uma obrigação! Viva, ame, pense, erre, caia, levante. E depois do erro corra atrás de refazer o seu acerto, faça tudo o que desejar fazer, diga te amo sem medo de não ouvir isso depois, aproveite a vida, pois nunca se sabe o dia de amanhã …”

@viajantejeans


Beautiful lie – 30 seconds to mars

@itslaisbarros

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Imagine nós dois, eu e você, daqui a alguns anos, morando juntos. Não precisaríamos ser namorados, nem casados, nem nada disso. Apenas amigos. E nós seriamos felizes, eu e você. Fotos de nós dois estariam espalhadas pela casa. Fotos suas no meu quarto, fotos minhas no seu quarto. Mas nós dormiríamos juntos. Pelo simples fato de eu te querer por perto, e você me querer também. Pelo simples fato do
Pelo simples fato do seu quarto estar bagunçado de mais e a minha cama ser perfeita para nós dois. Eu teria medo do escuro, sem você. E eu andaria apenas com roupas íntimas, e você fingiria não se importar. E eu fingiria acreditar. Eu fugiria de você, correndo pela casa, rindo, com o controle da televisão, só pra você não mudar o canal. E você me pegaria, e ficaríamos abraçados até o silêncio nos  constranger. Nossos sábados a noite seriam nostálgicos, olharíamos todos tipos de filme, atiraríamos pipocas um no outro e pediríamos uma pizza. Nostálgicos e perfeitos, porque depois dormiríamos abraçados, no sofá da sala, ao som da melodia dos  créditos de um filme de romance em que eu choraria do começo ao fim, e você riria de mim e comigo. Iríamos ao supermercado uma vez por mês, comprar as mais diversas porcarias. E não nos faltaria nada. Você não se importaria com as minhas roupas espalhadas pela casa e pelo seu quarto. Eu não me importaria com a sua bagunça diária, nem com a sua toalha de banho atirada pelos cantos. Nos domingos à tarde, ficaríamos na sacada do nosso apartamentinho no 3º andar, tomando coca e cantando músicas velhas. Olharíamos as pessoas lá em baixo, casais apaixonados, e ficaríamos em silêncio, perdidos nos nossos próprios pensamentos. Suas amigas viriam te visitar, e eu choraria em silêncio, no escuro do meu quarto. Até elas irem embora e você ir dormir comigo, e perguntar se chorei. Eu negaria. Você acreditaria. Me acordaria com café na cama, ou com uma rosa roubada do jardim da casa vizinha. Eu deixaria um recado sutil de amor na porta da geladeira antes de sair na segunda de manhã para visitar meus pais. Poderíamos até ter um cachorro. Poderíamos juntos, levar ele para passear. E você decidiria pintar a casa, e ela ficaria vazia, apenas com nós dois e nosso cachorro. Deitaríamos no chão, e eu perguntaria em que você estaria pensando. Você mentiria e me perguntava o mesmo. Eu mentiria. Eu iria para a universidade todo dia de manhã, enquanto você ia para seu trabalho de meio turno em uma empresa de sucesso.
Você me amaria, em silêncio. Eu também te amaria, em silêncio. Em alguns anos, eu estaria me formando , e você estaria no topo da carreira. E você me levaria pra jantar e me pediria em casamento. Eu aceitaria. E seria uma linda história de amor.

@mariaaluska

Comigo mesma.

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“Acho espantoso viver, acumular memórias, afetos.”

Caio Fernando Abreu.

Sento-me à porta, o calor do dia toca minha pele. Nada como o verão, mas sinto falta de outras estações, talvez não tão vivas e brilhantes quanto essa, mas encantadoras de formas distintas. Sou uma contradição, gosto de opostos. Branco. Preto. Verão. Inverno. Noite. Dia. Tanto faz, eu adoro. Adoro a vida – mesmo quando dolorosa – e não temo a morte. Não a minha.

Às vezes fico repleta de sonhos e sensações. Às vezes não sinto nada, e isso também machuca, talvez não como a dor do não-amor ou da perda, mas como uma dor que implora por motivos, razões. Mas nada acontece, e essa dor desnecessária é que me preenche nas horas vagas, e nela até sorrio… Não sou triste como pareço, embora não saiba quem e o que sou, sei o que não sou. E não sou triste. Apenas tenho um curioso afeto pelo que machuca, ah, as pessoas detestam tanto o que fere, que sinto piedade, e poderia pô-los em meu colo para protegê-los de tantas palavras más a seu respeito. Palavras machucam, trazem lágrimas até aos olhos mais alegres e brilhantes.

Tenho os olhos de quem sonha, de quem quer. E acho que essa seja uma boa definição para mim, tão simples e clara. Alguém que sonha. Alguém que quer.

Mas isso não descreve exatamente minha essência, pois sou também alguém que sente. E sendo assim, choro, rio, sor-rio, também me calo, observo e falo sem parar. Me desespero, sinto medo, tédio. Fujo para dentro de mim, caio em meus abismos, pulo de precipícios. É isso que sou. Isso e um pouco mais, porém não sei, às vezes todas minhas certezas tornam-se pó e não é nada fácil reconstruí-las.

Gosto de imobilidade, tenho medo de escuro, sou perfeccionista, detalhista e dezenas de outros adjetivos que podem ser bons e ruins – ao mesmo tempo.

Agora, o vento balança as folhas dessa árvores que é uma memória viva de minha infância. Eu adoro o vento, adoro a sensação de leveza que ele me traz – ou do peso que às vezes carrego. Adoro o vai e vem da rede e odeio o vai e vem do amor. Amo e não amo, amo e não amo, e isso também machuca.

Tenho essa mania de ir e vir, mas também sou definitiva: ou permaneço ou digo adeus. Dói dizer adeus, principalmente quando existe esperança. Dói viver, dói morrer – por dentro. Dói chorar escondido, no escuro, em um canto. O que vale a pena dói, o que não vale também. Vez ou outra sou tão dolorosa, tão dolorida, que chego a sorrir, e acolho a dor, porque ninguém mais a quer. E rejeição dói muito mais.

@viajantejeans

Daniela Filipini – http://danielafilipini.blogspot.com/

Without you.

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De uma forma ou de outra eu soube desde o início que seria como pular de um avião sem um paraquedas para me salvar, agora eu caio a toda velocidade, cada vez mais fundo em meus abismos. Pude pressentir a dor antes de lhe tocar, eu sabia que nunca mais voltaria a ser como era. Quando lhe toquei surgiu em mim o que chamo de certeza: era isso e nada mais.

Fui precipitada, impulsiva. Tive medo, mas corri o risco e acertei em cheio: ficará. É o pouco que sei, ficará.

Senti o teu cheiro impregnado na minha pele, o teu beijo ainda presente na minha boca. Quis dormir nos teus braços sob a vigilância do teu olhar, mas fugi à meia noite, como aquela princesa que tanto já se ouviu falar. De mim, ninguém falará, sou tão anônima quanto posso suportar.

Ao desvencilhar-me dos teus braços eu soube: acabou. Acabou o que mal teve tempo de começar. Acabou e não voltará. Talvez você me ligue numa noite vazia, quando lembrar-se da minha pele contra a sua. Talvez sinta minha falta, talvez não sinta nada. “Como era mesmo o nome dela?” Porque as coisas tendem a ser assim, aprendi, e me dói não poder lhe tocar outra vez. Dói mais do que posso explicar ou até mesmo entender.

Nossos olhares trocados me perfuraram pela manhã, quando a noite acabou, quando a água levou do meu corpo o teu cheiro, quando entre lágrimas eu compreendi e sorri: é só o que tinha que ser, e o que tiver que ser, será.

A lembrança destroçou minha alma, a ausência queimou minha pele, onde você me tocou. Ficaram as marcas, as feridas que demorarão a se curar. Ficou a tua voz ecoando na minha cabeça.

Na noite fria, sob a chuva, vi teus passos levando-lhe para longe de mim, e doeu não ter um olhar de despedida à distância. Talvez não seja a hora de dizer adeus, as coisas acontecem como devem ser. Mas a esperança logo me abandonou, me deixando sozinha, com os olhos manchados e o coração doendo, minha boca pedindo mais, meu corpo pedindo mais, e você indo embora, rapidamente, como se tudo tivesse sido apenas um sonho que poderia ser minha eterna realidade.

@viajantejeans

Daniela Filipini – http://danielafilipini.blogspot.com/

Ter-lhe.

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A chuva cai lá fora e em alguma rua fria você está. Há poucos minutos nossos braços se entrelaçavam num carinhoso abraço, mas você se foi, como sempre tem de ir… Mas chegará a noite em que contaremos as estrelas no céu e nada nos impedirá de vivermos aquele momento. Eu quero estar com você, apenas, nem que seja simplesmente para te olhar de longe e escutar sua risada que tanto gosto.

Quero só ter-lhe por perto, e saber que você quer o mesmo. Quero exatamente o que você é, pois já é muito melhor do que eu poderia imaginar. Eu lhe espero mesmo que os dias sejam longos, lhe espero mesmo quando não puder te encontrar. lhe espero, e isso resume tudo.

E se alguém me perguntar o porque de tanta devoção, palavras faltar-me-ão, pois jamais conseguirei explicar – até mesmo pra mim – esse sentimento de alegria e paz por ter-lhe comigo, mas lhe quero e lhe espero pelo que você é, e qualquer pessoa que venha a conhecer-lhe entenderia o quão espetacular és.

Pois você quer tornar meus sonhos realidade, quer transformar minhas palavras em fatos e não percebe que o que eu digo é pobre e indigno diante do que você me proporciona.

Me dói não ter-lhe por perto, não sentir sua presença, seu abraço, sua respiração, seu coração pulsando sob a pele quente. Me dói ter-lhe por tão pouco tempo, e não digo isso da boca pra fora.

Ei, sorria pra mim, sabe que seus olhos tem uma cor diferente de tudo o que eu já vi? Quando os encaro é como um degrade de sentimentos. Diante do Sol é como o infinito. Mas a verdade resumida é que seus olhos tem me guiado na escuridão, e isso é uma breve síntese de algo sem explicação.

@viajantejeans

Daniela Filipini – http://danielafilipini.blogspot.com/

I hear your voice.

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No meio da tarde, o céu escurece, o vento anuncia a chuva, tomara que chova, que a chuva lave meu corpo e minh’alma, que deixe limpos e certeiros os mistérios que eu preciso desvendar. Ouço a chuva no telhado, timidamente, cai e escorrega pelos vãos sujos que há dias lhe esperavam. O vento me assusta, assim como a escuridão, tenho medo, mas a sensação na pele se faz gostar. Ouço o eco dos trovões distantes, mantenham-se longe. Não os quero aqui.
Preciso de tempo… Tempo para estar contigo e ter certeza em minha opiniões, já que o meu conceito de estar ao seu lado é somente um fato criado a partir dos sonhos e palavras que tive. Mas preciso de você, urgentemente.
Não consigo pensar em nada, nada vejo, nada ouço, nada tenho se não você no pensamento. Me diz o que eu faço com a ausência que preenche o meu peito. Uma voz distante me chama, ouço sua voz que tanto necessito. No exato momento em que lhe espero, lhe tenho, distante, mas perto. Me faz feliz por um minuto, um minuto e trinta segundos. Quero lhe presentear com uma realidade digna de ser sonhada. Quero mostrar-lhe cada partícula do meu ser, para que você perceba que palavras não são suficientes. E por isso me calo. Por isso lhe espero. Lhe espero enquanto alimento falsas lembranças, e a saudade do que pouco que vivi me corrói por dentro. Tudo bem. Perco-me nesse sentimento inevitável. Acredite, eu não escolhi isso, mas fico feliz por saber que o destino nos trouxe aqui outra vez. Tenho a impressão de que volto à vida, todas as noites, por sentir-lhe tão perto de mim, é como se eu ouvisse o seu coração.
“Seria apenas mais uma história, se não tivesse tocado a alma.”
Caio Fernando Loureiro de Abreu.

@viajantejeans

Daniela Filipini – http://danielafilipini.blogspot.com/


Verdade Feminina

A arte de saber a hora de se apegar e a hora de deixar

"Paraibana, modelo, detesta o meio termo. Pra mim só existe o sim, ou o não; O preto ou o branco. Odeio quem fica em cima do muro, ou ter que ficar em cima dele."

welcome

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" se tudo que quiséssemos acontecesse de uma hora para outra. Teriamos respostas para todas nossas perguntas e dúvidas, saberiamos o verdadeiro significado do amor e porque o céu é azul! "

Sabe quando você sente que precisa escrever mas não escreve porque tem medo de sentir?

Procurando

Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.

@viajantejeans

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